E se os médicos pudessem curar os genes "avariados"?

Katrine Bosley é CEO e Sandra Glucksmann COO da Editas Medicine (MA, EUA), uma associação de modificação do genoma, visando o diagnóstico de doenças genéticas. A associação foi fundada por pioneiros numa margem que têm imaginação específica em tecnologias CRISPR/Cas9 e TALE

A ciência é sobre fazer perguntas. Há sessenta anos, uma dúvida crucial na biologia era: "O que faz uma fórmula telúrica genética ter determinado comportamento?" Isso foi seguido por: "Quantos genes foram o ADN telúrico genético adulto?" que levou a, "Quais os genes que significam doenças?" Agora a dúvida é: "E se os médicos pudessem alterar os genes danificados?"

Durante décadas, médicos e cientistas têm querido alterar os erros que causam doenças no ADN dos pacientes. Um novo registro chamado modificação do genoma traz essa ideia mais perto da realidade.

Reparando o ADN

Hoje, a medicina reconhece cerca de 5.000 doenças genéticas causadas por erros no ADN, e uma parte destas doenças não têm cura ou tratamentos. Estas são as doenças que mais beneficiam da medicina genómica e, especificamente, duma nova e muito absoluta tecnologia de edição do genoma, chamada CRISPR. (significa "breves repetições palindrómicas, regularmente intercaladas, aglomeradas.")

O CRISPR utiliza uma enzima chamada Cas9, uma molécula programável que se liga a um pequeno feixe de moléculas de ARN nas células. Juntos, estes componentes têm como objetivo genes e levantar a nossa "cirurgia" molecular precisa para emanar uma alteração genética. Isto pode ser usado numa anomalia que causa uma doença genética.

Potencial significativo

O CRISPR tem tido um forte efeito, uma vez que pode fazer alterações no ADN em muitos contextos opostos e muitos tipos opostos de células. Os cientistas podem agora mais rapidamente e de forma abrangente examinar o que os genes opostos fazem e como funcionam juntos.

O registro é jovem, e isso vai levar tempo para se compreender inteiramente, para garantir e regular a técnica. Algumas doenças são mais graves do que outras, e há muito trabalho a ser feito para ampliar as capacidades do CRISPR.

As tecnologias como o CRISPR podem eventualmente fornecer muitas doenças graves e potencialmente fatais, como a fibrose cística, que ataca os pulmões e o sistema digestivo; distrofia Duchenne robusta (DMD), uma doença que inspira os músculos; e a doença da masmorra falciforme, uma doença sanguínea debilitante.

Para os pacientes que têm estas doenças, isto poderia significar que médicos e cientistas poderiam reviver uma obrigação normal dum gene, editando defeitos genéticos. Isto poderia instar significativamente a peculiaridade da vida. Para os pacientes com DMD, isso poderia significar haver meios para viajar e respirar melhor; para os pacientes com fibrose cística, poderia significar resperar mais facilmente. E para os pacientes com a doença da masmorra falciforme, poderia encurtar uma crise desagradável ​​causada pela doença.

Uma nova época na medicina

Os cientistas chegaram durante um impulso divisor de águas da ciência genómica. Não é costume ter investigadores a identificar muitas das mutações que significam uma acumulação de doenças, ainda que agora também há um registro que poderia emanar novos medicamentos que visam diretamente e essas mutações.

Para compreender a intensidade do tratamento de doenças geneticamente conduzidos com medicamentos formados no CRISPR, um apelo atualmente é pela segurança e alega uniformemente um registro a subsequentes de contraste e, eventualmente, em estudos em pessoas. É nisso que estamos a trabalhar na Editas Medicine.

Confiamos que temos duma categoria alargada de novos medicamentos genómicos transformadores que vai capacitar modificações visuais precisas do ADN para providenciar as causas subjacentes de doenças genéticas. Mais importante, estamos mais perto de tratar doenças que não podiam ser tratadas, através da reparação de genes danificados.


(artigo traduzido)



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