10 de maio de 2018

Cycling Ataxias 2018 - Murtosa/Aveiro


Uma vez mais, propomo-nos a divulgar a missão da Associação Portuguesa de Ataxias Hereditárias (APAHE) com um evento especial, com mais um passeio de bicicleta, desta vez na Murtosa, perto de Aveiro. Um evento que pretende ser um convívio entre pessoas ligadas ou não por esta doença rara e incurável.

O encontro está marcado para as 9h00 do dia 26 de maio, junto ao Parque Municipal da Saldida, na Murtosa – perto de Aveiro, e o início do passeio será às 10h00.

Trazemos o ciclismo a uma cidade que muito tem contribuído para o desenvolvimento da modalidade no país.
Mas não nos cingimos apenas a um passeio de bicicleta. Quem preferir pode optar por percorrer, a pé, um percurso mais pequeno pelas ruas da Murtosa, com um guia para ficarmos a conhecer melhor o Museu local.

Pretendemos continuar o trabalho que desenvolvemos desde 2006: proteger os interesses dos doentes com ataxias, uma doença caracterizada pela perda de coordenação dos movimentos musculares voluntários, alertar a sociedade para a existência das ataxias e dos seus efeitos devastadores, físicos e psicológicos, não só para os doentes, mas também para quem os rodeia, nomeadamente os seus familiares próximos e cuidadores.

A missão da APAHE passa ainda por promover convívios entre sócios, e abrir as portas a quem nunca teve contacto com as ataxias hereditárias. É por isso que convidamos para este passeio, a pé ou de bicicleta, doentes, familiares, cuidadores, amigos, profissionais de saúde, investigadores e todas as pessoas, que mesmo desconhecendo em absoluto a existência desta doença se nos quiserem juntar.

Esperamos poder contar com a sua presença!

Maria José de Jesus Santos, Presidente da APAHE

Inscrições em: http://www.apahe.pt.vu/

Grupo no Facebook: https://www.facebook.com/groups/457184614702717/?source_id=1493541800869474


28 de fevereiro de 2018

28 Fevereiro de 2018 - Dia Mundial da Doença Rara

Entrevista com Fatima do Oliveira Ex Presidente da Associação Portuguesa de Ataxias Hereditárias.

Clique na imagem para visualizar conteúdo

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FÁTIMA TEM UMA DOENÇA RARA: "SOU FORÇADA A ASSISTIR AO DEFINHAR IMPLACÁVEL DAS MINHAS FUNÇÕES MOTORAS"



26 de fevereiro de 2018

Dia Mundial das Doenças Raras


Dia Mundial das Doenças Raras, criado em 2008, visa sensibilizar o público e os decisores políticos sobre as doenças raras e o seu impacto na vida dos doentes.
Este ano celebra-se a 28 de fevereiro e é dedicado ao tema "Investigação".

O nosso centro junta-se a esta celebração internacional organizando um encontro sobre a Doença de Machado-Joseph, doença rara e alvo de muita investigação nos nossos laboratórios. 

Pretende-se que este encontro constitua uma oportunidade de aproximação dos doentes (e respetivos cuidadores e familiares) à realidade médica e científica, através do contacto com especialistas médicos e investigadores e também de sensibilização do público para esta temática. 

Juntem-se a nós no dia 28 de fevereiro, no Auditório do CNC (2º piso), das 11h às 13h.


24 de dezembro de 2017

Investigadores da UCLA (Universidade da Califórnia em Los Angeles - CA, EUA) revelam reversibilidade da ataxia de Friedreich em ratos modelo

20/12/2017


Em crianças e adultos com ataxia de Friedreich, uma doença hereditária que causa danos ao sistema nervoso, uma perda de coordenação geralmente progride para fraqueza muscular e pode envolver visão, diabetes e outros problemas ao longo de vários anos. Até agora, imitar esses sintomas e progressão em ratos para estudos de investigação tem sido difícil.

Investigadores da UCLA, depois de desenvolver um rato modelo da ataxia de Friedreich que mostra sintomas semelhantes aos dos pacientes, descobriram que muitos dos primeiros sintomas da doença são completamente reversíveis quando o defeito genético ligado à ataxia é revertido. As novas descobertas, que ainda precisam ser replicadas em seres humanos, aparecem no jornal eLife.

"A maior parte da disfunção que estávamos a ver nos ratos foi reversível mesmo depois dos ratos apresentarem disfunção neurológica substancial", disse o Dr. Daniel Geschwind, professor de Neurologia e Psiquiatria da UCLA, e autor principal do novo trabalho. "Ficámos muito surpreendidos com como os ratos melhoraram desde que assumimos que esse grau de disfunção comportamental seria devido à perda de células"

A ataxia de Friedreich pode começar a causar sintomas na infância ou no início da idade adulta. Provoca uma perda de coordenação, ou "ataxia", que faz com que os pacientes tropeçam e cambaleiam, entre outros sintomas iniciais. A doença é conhecida por ser causada por uma mutação genética no gene FXN. A mutação leva a níveis reduzidos da proteína codificada pelo FXN, chamada frataxina. Apesar dos médicos poderem gerir alguns sintomas específicos, não há tratamentos atuais.

"A falta de tratamentos para a ataxia de Friedreich tem sido frustrante para muitos e tem sido, em parte, devido à falta de bons modelos animais da doença", disse Geschwind. "Havia realmente uma necessidade de um rato modelo para ajudar os investigadores a determinar as consequências da redução no corpo inteiro de frataxina".

No novo trabalho, Geschwind e colegas desenvolveram um rato no qual o gene FXN pode ser bloqueado por uma cadeia de ARN que é controlada por um antibiótico. Níveis mais elevados do antibiótico levam a mais bloqueio do gene e, portanto, menores níveis da proteína frataxina. Este sistema permitiu que os investigadores tivessem um controle estrito sobre os níveis de frataxina ao longo da vida do rato, deixando os ratos desenvolverem-se normalmente durante três meses antes de administrar antibióticos para reduzir os níveis de frataxina.

Após 12 semanas com níveis baixos de frataxina, o estudo descobriu que os ratos apresentam sintomas semelhantes aos observados em humanos com a doença, incluindo perda de peso, ataxia, costas curvadas e força muscular reduzida. Quando os investigadores deixaram de dar antibióticos aos ratos doentes, deixando os níveis de frataxina voltar ao normal, a maioria dos sintomas desapareceu.

Os resultados do estudo sugerem que "um pouco de disfunção que está a ser observada nos pacientes, nos primeiros anos de doença, representa uma disfunção neuronal reversível em vez de morte celular e perda de neurónios", disse Geschwind.

Os investigadores também usaram o rato modelo para estudar que outros genes e proteínas são imediatamente afetados por reduções na frataxina, ajudando a apontar o caminho para novos alvos dos medicamentos. Eles esperam continuar esta linha de trabalho, estudando as mudanças bioquímicas que ocorrem em conjunto com a ataxia de Friedrich. Eles também estão disponibilizando este modelo para laboratórios académicos e comerciais que já estão a estudar medicamentos que visem aumentar os níveis de frataxina em pacientes humanos. Nesses casos, o novo rato modelo pode ser usado para testar a eficácia dos medicamentos.

"Este modelo fornece uma nova via importante e potencial para o desenvolvimento terapêutico", disse Geschwind.


Traduzido para a APAHE em 22-12-2017, por Fátima d’Oliveira




14 de novembro de 2017

Simpósio Doenças Raras 2017



Vai realizar-se, no próximo dia 15 de Dezembro, o Simpósio Doenças Raras 2017: Com a investigação, um mundo de possibilidades. Este evento, que se integra na concretização da Estratégia Integrada para as Doenças Raras (2015-2020), terá lugar no Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge em Lisboa.
Programa e inscrição AQUI

6 de setembro de 2017

Quem o inspira? Nomeie uma estrela das doenças raras!

Estão oficialmente abertas as nomeações para os Prémios Black Pearl 2018 da EURORDIS!

Nomeie a pessoa ou organização que pensa que merece ser reconhecida pelo seu empenho incansável em melhorar a vida das pessoas com doenças raras.

Apresente uma nomeação preenchendo o formulário ou enviando uma hiperligação para um vídeo em que explique por que motivo a pessoa que nomeia merece ganhar. 
Só serão consideradas nomeações apresentadas em inglês.

As categorias deste ano são:
  • Prémio Jovem Representante dos Doentes — Nova categoria este ano!
  • Prémios Voluntariado da EURORDIS — Novo: este ano premeia não apenas um, mas dois voluntários!
  • Prémios Empresas — Novo: existem agora dois prémios distintos, um para empresas pioneiras que desenvolvam tratamentos para doenças raras e outro para a colaboração de empresas com pessoas com doenças raras.
  • Prémios Média — Novo: de um prémio passa-se a dois prémios! Existe agora um prémio para média audiovisuais e um segundo para média escritos.
  • Prémio por Liderança Europeia na Área das Doenças Raras
  • Prémio para um Responsável pela Elaboração de Políticas
  • Prémio Científico
  • Prémio EURORDIS para uma Associação de Doentes
  • Prémio de Carreira
  • Prémio de Fotografia — Novo! Para obter mais informações, veja abaixo.
Mais informações sobre os critérios de nomeação. O prazo para as nomeações termina a 20 de outubro de 2017.
As nomeações são pré-selecionadas por um comité de seleção e os vencedores são selecionados pela Direção da EURORDIS.
A Cerimónia de Entrega dos Prémios
Os vencedores serão anunciados na Cerimónia da Entrega dos Prémios Black Pearl da EURORDIS, a realizar em Bruxelas a 20 de fevereiro de 2018.
Assista a uma transmissão direta na Internet da cerimónia através da eurordis.org/live.
As empresas podem ficar a saber mais sobre a compra de bilhetes para a cerimónia ou sobre a parceria com a EURORDIS para os Prémios Black Pearl aqui.
O Prémio de Fotografia da EURORDIS
Pela primeira vez, os Prémios Black Pearl deste ano incluem o Prémio de Fotografia da EURORDIS.
Envie uma foto que tenha tirado de amigos ou familiares que destaque visualmente o que significa viver com uma doença rara. As inscrições serão abertas em 6 de dezembro via Facebook e fecharão no final de janeiro. Todas as fotos serão exibidas ao público numa galeria do Facebook durante esse período.
fotógrafo Marcus Bleasdale, da National Geographic, fará a pré-seleção, que será depois aberta a voto público interativo a realizar online durante o mês de fevereiro. O vencedor será anunciado na Cerimónia da Entrega dos Prémios Black Pearl da EURORDIS, a realizar em Bruxelas a 20 de fevereiro de 2018.


Eva Bearryman, Communications Manager, EURORDIS
Tradutores: Ana Cláudia Jorge e Victor Ferreira

FONTE:
http://www.eurordis.org/pt-pt/news/quem-o-inspira-nomeie-uma-estrela-das-doencas-raras

25 de agosto de 2017

Investigadores identificam 2 moléculas que aumentam os níveis de Frataxina em modelos animais portadores de Ataxia de Friedreich



27 de Julho de 2017
Autor: Alice Melão
Duas pequenas moléculas demonstraram aumentar os níveis de mRNA e da proteína da frataxina (FXN) em modelos animais da ataxia de Friedreich. De acordo com um relatório publicado na “Neuropharmacology”, estes compostos poderiam ter potencial terapêutico para tratar deficits de FXN na ataxia de Friedreich (FA).

A ataxia de Friedreich é causada por níveis reduzidos da proteína mitocondrial FXN. Embora as funções desta proteína não estejam totalmente estudadas, os estudos mostraram que está envolvido em vários mecanismos de reparação do ADN e metabolismo do ferro.
Demonstrou-se que uma redução da produção da FXN poderia estar associada a um númeroreduzido de mitocôndrias – “o centro de poder" das células - o que poderia, em parte, explicar as manifestações de Faz.
Encontrar formas de aumentar os níveis da FXN nestes pacientes tem sido um foco importante da estratégia terapêutica no combate a esta doença. A terapia de reposição de proteínas, os moduladores da expressão gênica e as terapias genéticas foram testadas para esse fim, mas, infelizmente, esses métodos não foram eficazes no tratamento de todos os sintomas da ataxia de Friedreich.
A Erythropoietin (EPO) é uma proteína que é conhecida por ser reguladora da produção de glóbulos vermelhos. Estudos mais recentes revelaram que também pode atuar como um potente protetor de tecido, como anti-apoptótico (apoptose refere-se à morte celular programada) e como proteína anti-inflamatória.
O EPO humano produzido em laboratório (rhEPO) mostrou aumentar os níveis de FXN em várias células humanas em ambiente laboratorial e em estudos clínicos iniciais. Mas o potencial terapêutico da EPO ainda não foi totalmente explorado nos modelos de ataxia de Friedreich.
No estudo intitulado “Erythropoietin and small molecule agonists of the tissue-protective erythropoietin receptor increase FXN expression in neuronal cells in vitro and in Fxn-deficient KIKO mice in vivo,” ( Eritropoyetina e agonistas de pequenas moléculas do receptor de eritropoietina protetor de tecido aumentam a expressão da FXN em células neuronais in vitro e em ratos KIKO com deficit de Fxn in vivo), investigadores de STATegics e Université Libre de Bruxelles avaliaram o potencial terapêutico de duas pequenas moléculas, as STS-E412 e STS-E424, para o tratamento da ataxia de Friedreich. EsTas duas terapias de investigação foram especificamente projetadas para ativar o recetor de EPO que protege os tecidos.

A equipa de investigadores testou a STS-E412 e a STS-E424 em ratos de laboratório e em células semelhantes às dos neurónios humanos e observou um aumento de duas vezes na expressão da FNX. Este efeito positivo também foi observado em células sanguíneas retiradas de pacientes com ataxia de Friedreich.

Mas o efeito dessas moléculas pequenas não se restringiu à proteína. Os investigadores também observaram níveis aumentados de mRNA (a transcrição do gene que resulta numa proteína) da FXN em células expostas à STS-E412 e à STS-E424.

A descoberta sugere que a atividade destas candidatas a terapias também pode afetar a expressão do gene FXN e não apenas a estabilidade da proteína. O efeito de mRNA observado foi semelhante ao encontrado no tratamento com inibidores de HDAC, uma terapia potencial para a ataxia de Friedreich atualmente sob investigação

Os investigadores confirmaram essas descobertas em ratos com défice de FXN. Após o tratamento com a STS-E412 e a STS-E424, os animais apresentaram níveis aumentados de FXN no coração semelhantes aos obtidos no rhEPO. Adicionalmente, essas pequenas moléculas conseguiram levar ao aumento dos níveis de FXN nos cérebros dos animais, algo que a proteína rhEPO não conseguiu alcançar.

"Os resultados aqui descritos ilustram que essas pequenas moléculas, como o rhEPO, aumentam o mRNA da FXN e a própria proteína em ambientes in vitro e em ratos de laboratório portadores de FA", escrevem os autores. " Concludentemente, o seu pequeno tamanho e consequente permeabilidade aos tecidos e capacidade de atravessar a barreira hematoencefálica para aumentar a proteína FXN no cérebro, a ampla atividade citoproteica, a falta de atividade eritropoyética e a biodisponibilidade oral sugerem que STS-E412 e STS-E424 podem ter potencial terapêutico no tratamento da FA ", acrescentam.


Fonte: https://friedreichsataxianews.com/2017/07/27/friedreichs-ataxia-study-finds-that-two-small-molecules-activating-epo-receptor-increase-fxn-levels/

Traduzido para a APAHE por: Bárbara Cerdeiras

22 de agosto de 2017

Dia Internacional das Ataxias, 25 de Setembro 2017, Piquenique APAHE




Para assinalar mais um Dia Internacional das Ataxias (25 de Setembro), a Apahe - Associação Portuguesa de Ataxias Hereditárias vai realizar um piquenique no dia 23 de Setembro, em Cantanhede com encontro pelas 12h30 no Parque Verde.


É um evento gratuito, mas carece de inscrição prévia, poderão fazê-la através do Facebook, mail e ficha online disponibilizada abaixo.




Para qualquer esclarecimento contacte-nos.

14 de agosto de 2017

Proteína SIRT3 Necessária como Suplemento para Auxiliar o Coração na Ataxia De Friedreich, sugere o Estudo



25 DE JULHO DE 2017 Joana Fernandes, PhD in News.


Uma proteína chamada SIRT3 foi essencial para restaurar a contratilidade cardíaca e o metabolismo energético que podem resultar de um suplemento promotor de energia chamado mononucleótido de nicotinamida (NMN), informaram os pesquisadores a partir de um estudo nos ratos de modelo da ataxia de Friedreich.

O estudo "Mononucleótido de nicotinamida requer a SIRT3 para melhorar a função cardíaca e bioenergética num modelo de miocardiopatia da ataxia de Friedreich", foi publicado em JCI Insight.

Estudos anteriores mostraram que o suplemento aumentou os níveis de NAD+, uma molécula que ajuda mitocôndria - a potência da célula - a gerar energia a partir de alimentos. A energia adicional auxiliada melhora a função cardíaca em várias doenças.

Mas os cientistas não conheciam o mecanismo exato que levou a ativação de NAD+ a melhorar a função cardíaca.

Usando ratos com a ataxia de Friedreich, os pesquisadores investigaram o efeito que a proteína mitocondrial SIRT3 teve na função cardíaca.

Escreveram os pesquisadores: uma questão-chave que os cientistas não responderam foi se os níveis crescentes da SIRT3 teriam um efeito terapêutico. "Nós propusemo-nos determinar a eficácia do suplemento com NMN [monotunucleótido com nicotinamida] nos [ratos com ataxia de Friedreich] e testar o papel da SIRT3 na intervenção dos efeitos do NMN".

Quando o estudo começou, as células cardíacas dos ratos doentes apresentavam baixos níveis da ARNm Sirt3, uma transcrição genética que gera a proteína. Quando os ratos receberam o suplemento, a sua função cardíaca foi restaurada.

Os pesquisadores então criaram um rato modelo da doença à qual faltava a SIRT3. Queriam saber se a melhoria observada dependia da atividade desta proteína específica. Descobriram que o suplemento não teve efeito sobre os ratos, prova de que a SIRT3 é essencial para o efeito do NMN.

No conjunto, os resultados forneceram informações valiosas sobre a capacidade do suplemento na melhoria da função cardíaca em pacientes com ataxia de Friedreich e o papel essencial da SIRT3 neste empenho.

Os pesquisadores escreveram: "Aqui, referimos a SIRT3 - restauração dependente da função cardíaca e do metabolismo energético pelo suplemento de NMN no coração debilitado do [rato modelo]".
A ataxia de Friedreich é uma doença neurodegenerativa incurável em crianças. Isso advém de uma mutação que leva a uma produção inferior à normal da proteína frataxina.


Os baixos níveis de frataxina levam à fraqueza muscular, sensibilidade anormal nos membros, problemas de movimento, alterações na estrutura do cerebelo e outras regiões cerebrais e diminuição da esperança de vida.

Fonte: https://friedreichsataxianews.com/2017/07/25/study-suggests-supplement-can-improve-heart-function-of-friedreichs-ataxia-patients/

Tradução para APAHE: Luz Couto