1 de março de 2017

Finalista da Escola Secundária de Box Elder (UT, EUA) realiza sonho de ser chefe de claque apesar de doença neurológica


Kiara Trussell passou uma boa parte de sua vida a acreditar que o seu sonho de ser chefe de claque era inatingível. 

Agora, a finalista da Escola Secundária de Box Elder de 17 anos, está perto de realizar esse sonho. Alguém pode culpá-la se ela não exatamente colocar a sua saúde em primeiro lugar ao decidir se deve ou não aparecer para um evento? 

Trussell tem uma doença neurológica progressiva chamada ataxia de Friedreich, uma doença que a confinou a uma cadeira de rodas. Até este ano escolar, Trussell pensou que a doença impediria que ela fosse aceite. 

Com o apoio da treinadora assistente, Trudy Mair, Trussell tentou este ano e entrou para a equipa. 

Trussell apareceu numa reunião de luta livre em dezembro, horas depois de uma operação para colocar um tubo de alimentação. 

Na noite do jogo de futebol de Box Elder de boas vindasTrussell enfrentou a neve para cumprir as suas obrigações. 

"Lamento não ter feito isto antes, porque as meninas têm sido tão boas", disse Trussell. 

Trussell notou pela primeira vez sintomas quando tinha 9 anos. As suas mãos tremiam ao ponto de ela ter problemas em escrever. A doença desde então progrediu ao ponto dTrussell requerer uma cadeira de rodas. O seu discurso também foi afetado, embora seja capaz de ter conversas. 

De acordo com sua mãe, Jessica Mecham, as suas capacidades cognitivas não diminuíram. 

Trussell considerava-se "bastante flexível" antes do início dos sintomas e disse que gostava de dançar. Ela pensou que os seus sonhos de chefe de claque foram interrompidos quando ela foi diagnosticada e nunca se preocupou em experimentar até Mair a incentivar a fazê-lo. 

"Todos devem ser capazes de pelo menos tentar", disse Mair. 

Mair ficou impressionada com a determinação de Trussell. 

"Ela realmente faz um bom trabalho", disse Mair. "Ela tem um monte de coisas que tem de superar, e ela continua." 

A finalista Kiarra Smith disse que Trussell vai ajudar a fazer os esquemas de apoio e, em seguida, animar os membros da claque quando estão fazer as suas acrobacias. Ela também participa em exercícios de equipa. 

"Isso definitivamente nos aproxima", disse Smith. "Eu sinto que isso faz com que todos queiramos ser positivos porque ela é tão positiva." 


(artigo traduzido) 


Programa terapêutico de equitação ajuda rapaz a andar


Laura Timmel viu, desde cedo, que o seu filho, Reed, tinha atrasos de desenvolvimento e dificuldades na mobilidade. Ele não estava progredir como as outras crianças da sua idade. Quando ele tinha dez meses de idade ele começou a fazer fisioterapia e pouco antes do seu terceiro aniversário, Reed foi diagnosticado com uma doença conhecida como ataxia espinocerebelosa tipo 8 (SCA8). Esta condição afeta a força do núcleo de Reed, o que leva a atrasos globais, incluindo habilidades motoras finas e grosseiras. A fisioterapia de Reed aumentou para cinco vezes por semana e a única maneira que ele conseguiu andar foi com a ajuda de um andarilho. 

Laura trabalhou com alunos com deficiência num trabalho anterior, o que a ajudou a perceber que algum tipo de terapia com animais poderia ajudar o seu filho. Ela consultou o médico do seu filho, que concordou. Ela conheceu o Programa de Equitação Terapêutica da Associação Ray Graham quando Reed tinha quase cinco anos de idade. O programa funciona a partir do Centro Hansoninstalações credenciadas em Burr Ridge (IL, EUA) com 20 cavalos de terapia, uma instalação de equitação coberta e aquecida, caminhos para equitação e uma arena ao ar livre. 

Reed estava inscrito a título privado. Cada vez que ia a uma aula, parecia ficar fisicamente mais forte. Menos de quatro meses depois de começar no Programa de Equitação Terapêutica, Reed já não precisava do seu andarilhoO seu tónus muscular tinha melhorado drasticamente e seu sentido de confiança estava cada vez mais forte. "Ele estava a andar tão depressa que era quase perigoso para ele usar um andarilho", explicou Timmel. 

Hoje, Reed tem sete anos de idade, e apesar de ele ainda ser incapaz de falar, o seu desenvolvimento social e emocional é adequado à idade. Timmel acredita que o programa mudou a vida do seu filho. Não só o ajudou a andar de forma independente, como também mudou o seu comportamento. Ele aguarda com expectativa as suas aulas de equitação e envolver-se com as outras crianças que beneficiam do programa. 

"Os funcionários do Centro Hanson compreendem Reed. Eles preocupam-se com ele e são pacientes com ele, e isso faz toda a diferença", disse Timmel. "O programa não só mudou a vida dele, como também mudou a minha." 


(artigo traduzido)