10 de agosto de 2016

24|25 de Setembro- Encontro Ibérico das Ataxias Hereditárias


Inscreva se já !!

http://www.encontroibericoataxias.pt/

Fono-articulação na ataxia espinocerebelosa tipo 3


Autores: Lobo AE, Mourão L, Jr França MC, Machado Júnior AJ, Crespo AN 



Resumo 
fono-articulação é caracterizada por alterações na ressonância, diadococinesia, prosódia, frequência de som, qualidade vocal e pressão intraoral. O principal objetivo deste estudo foi caracterizar a fono-articulação na ataxia espinocerebelosa tipo 3 (SCA3) e correlacionar com fatores clínicos e genéticos. Trinta e um pacientes com SCA3 que foram submetidos a gravações de fala espontânea e diadococinesia fonoarticulatória (DDK) participaram do estudo. Foram realizadas análises de fala, a começar após 10 s de fala espontânea, por três terapeutas da fala experientes, usando um protocolo de disartria adaptado da Clínica Mayo (EUA). A confiabilidade intra-avaliadora foi analisada. Quanto menor a idade do paciente no início da doença, mais frequentes as ocorrências de monofrequencial e ritmo da fala alterada eram. A articulação, DDK, ressonância e prosódia mostraram uma moderada correlação com o número de repetições do triplete "CAG". Conclui-se que a fono-articulação dos pacientes com doença de Machado-Joseph (DMJ) é caracterizada por disartrofonia misturada com componentes cerebelosos e hipocinéticos, e que há uma tendência para a maior frequência de sintomas disartrofonicos com a menor idade de início da doença, mais tempo desde o início e maior número de repetições do triplete "CAG". 


(artigo traduzido)