14 de janeiro de 2016

Três tipos de ataxia cerebelosa

A ataxia cerebelosa refere-se a uma doença neurológica que é causada por danos numa séria de tecidos cerebrais, tais como o cerebelo, o gânglio basal, etc. As vítimas geralmente sofrem de incapacidade para coordenar o equilíbrio, a marcha, movimentos oculares. A gravidade e os sintomas variam a partir de diferentes tipos de ataxia cerebelosa. Existem três tipos de ataxia cerebelosa de que costumamos falar.

1. Ataxia do torso (ataxia cerebelosa postural)
Os sintomas da ataxia do torso estão associados ao transtorno do equilíbrio no andamento e gestos dos pacientes, tais como a posição vacilante, sentar e andar, síndrome de Romberg, ataxia dos membros superiores, nistagmo etc. Os danos no vermis cerebeloso é a principal causa.

2. Ataxia de harmonia dos membros (ataxia cerebelosa motora)
As afeições no hemisfério cerebeloso são as principais razões para este tipo de ataxia cerebeloso. Os pacientes apresentam desequilíbrio dos membros, tais como falhas no teste do dedo-nariz, dismetria, má disdiadococinesia, marcha instável etc.

3. Ataxia cerebelosa geral
Os nichos da ataxia cerebelosa são o cerebelo, o núcleo cerebelar, fibras cerebelosas eferentes (aferentes). Os sintomas clínicos são sinais de ataxia do tronco, membros e no andamento. Os pacientes olham para baixo quando andam e tendem a oscilar da direita para a esquerda.

Os tratamentos com base nos tipos de ataxia cerebelosa são medicação, treino de reabilitação, procedimento cirúrgico etc. Juntamente com o treino de reabilitação, outros tratamentos podem ajudar no efeito curativo da ataxia cerebelosa, especialmente terapia com células estaminais.


(artigo traduzido)




Existe alguma maneira de evitar doenças genéticas e hereditárias?

Sim, existem maneiras de evitar doenças genéticas e hereditárias. Através de um método conhecido como aconselhamento genético, a pessoa é informada sobre as características da doença, a probabilidade e o risco de desenvolvê-la ou transmiti-la, além das opções de prevenção e melhora da condição.
Trata-se de um método complexo e importante, que deve ser feito por um médico especialista em Genética Clínica.
É importante lembrar que toda doença hereditária é genética, mas nem toda doença genética é hereditária.
Isso significa que as doenças hereditárias(passadas de pais para filhos) são sempre decorrentes de algum problema nos genes do indivíduo, que favorece o desenvolvimento da doença.
Já as doenças genéticas não precisam ser necessariamente herdadas dos pais e podem surgir pela primeira vez na família, como acontece na Síndrome de Down.
Além do aconselhamento genético, existem formas de tornar as doenças hereditárias e genéticas menos graves ou pelo menos sob controlo.
Por exemplo, se o paciente sabe que há uma tendência familiar para ter colesterol alto ou diabetes, ele deve ter hábitos alimentares adequados para evitar o surgimento ou o agravamento do problema.
O mesmo acontece com todas as doenças que possuem uma vertente genética ou hereditária, desde alergias a cancro.
Porém, vale salientar que o fato de alguém ter tendência para desenvolver uma doença não significa, obrigatoriamente, que ela a terá. A probabilidade dessas doenças se manifestarem também depende da interação com o ambiente e os hábitos de cada um.