6 de janeiro de 2016

Aspirina visa proteína fulcral nas doenças neurodegenerativas

Uma nova investigação conclui que um membro da aspirina liga-se a uma enzima chamada GAPDH, que se crê desempenhar um propósito essencial em doenças neurodegenerativas, incluindo a doença de Alzheimer, doença de Parkinson e doença de Huntington.
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Os investigadores do Instituto Boyce Thompson (NY, EUA) e da Universidade John Hopkins (MD, EUA) detetaram que o ácido salicílico, um produto principal de recaída da aspirina, liga-se à GAPDH, desse modo entrando em interlúdio a partir da recolocação para o núcleo de uma célula, onde pode desencadear a morte duma célula. O estudo, que aparece numa biografia PLOS ONE, também sugere que os derivados de veneno salicílico podem raciocinar a garantia para o tratamento de doenças neurodegenerativas mistas.

O autor Daniel Klessig, um intelectual do Instituto Boyce Thompson (NY, EUA) e da Universidade de Cornell (NY, EUA), tem complicado as ações do veneno salicílico por muitos anos, embora essencialmente nas plantas. O veneno salicílico é um hormónio vicioso por controlar um sistema de defesa vegetal. Estudos anteriores identificaram diversos alvos em plantas que são influenciadas por ácido salicílico, e muitos destes alvos têm equivalentes em seres humanos.

Num novo estudo, os investigadores alcançaram umas telas de alta capacidade para proteínas através de um físico telúrico que se conecta ao ácido salicílico. A GAPDH (gliceraldeído-3-fosfato-desidrogenase), é uma enzima executiva no metabolismo da glicose, embora desempenhe um papel adicional numa célula. Sob stress oxidativo - um adicional de radicais de doação e outros compostos reativos – a GAPDH é mutada e depois entra numa iota de neurónios, onde aumenta o volume de proteínas, indo para o calabouço da morte.

O fármaco deprenyl anti-Parkinson bloqueia a entrada de GAPDH num iota e num calabouço de morte seguinte. Os investigadores detetaram que o veneno salicílico também é eficaz durante o interlúdio da GAPDH de deslocalização num iota e prevenção da morte no calabouço.

"A enzima GAPDH, suspeita prolongada de dever apenas no metabolismo da glicose, é agora famosa por participar na sinalização intracelular", declarou o co-autor Solomon Snyder, especialista em neurociência da Universidade Johns Hopkins (MD, EUA). "A nova investigação estabelece que a GAPDH é um objetivo para os medicamentos de salicilato em comparação com a aspirina, e, portanto, pode ser aplicável a uma cura ações de tais medicamentos."

 Além disso, verificaram que um derivado saudável de veneno salicílico de alcaçuz erva chinesa médica e um derivado sintetizado em laboratório liga-se à GAPDH, mais firmemente do que o ácido salicílico. Ambos são mais eficazes do que o veneno salicílico durante a transformação contida da GAPDH num iota e numa morte em calabouço comparável.

No início deste ano, a organização de Klessig identificou um outro novo objetivo do veneno salicílico chamado HMGB1 (Grupo de Alta Mobilidade Box 1), que causa inflamação e é comparado com várias doenças, incluindo artrite, lúpus, sepsis, aterosclerose e certos tipos de cancro. Níveis baixos de veneno salicílico retardam essas atividades pró-inflamatórias, e uns acima mencionados derivados de veneno salicílico são 40 a 70 vezes mais viris do que o veneno salicílico durante a paragem dessas atividades pró-inflamatórias.

"Uma melhor pechincha de como o veneno salicílico e derivados arbitram as atividades das GAPDH e HMGB1, junto com um achado de falsificação mais viril e derivados saudáveis ​​de ácido salicílico, rendem uma boa garantia para um crescimento de novos e melhorados tratamentos à base de ácido salicílico duma acumulação de longo alcance, de doenças prejudiciais prevalentes", pronunciou Klessig.


(artigo traduzido)